Free tour por Barcelona
Nosso free tour por Barcelona é ideal para começar a explorar a capital da Catalunha. Conheceremos os monumentos mais importantes do centro histórico da cidade.
Dois dias permitem tirar a pressa das casas de Gaudí. O primeiro cobre o miolo antigo e o Passeig de Gràcia, que se fazem a pé. O segundo vai para fora do centro: a basílica, o parque na encosta e a montanha de Montjuïc. Deixe a Sagrada Família e o Park Güell nos dias em que a agenda fecha, porque os dois entram por data e por faixa de horário. Se uma das duas visitas cair numa segunda-feira, o Museu Picasso passa para outro dia, já que fecha nesse dia da semana.
Comece na Plaça de Sant Jaume, onde ficam a prefeitura e o Palau de la Generalitat. A praça ocupa a parte mais alta do bairro, o antigo monte Táber. Dali, a catedral está a poucos passos. A obra começou no fim do século XIII e a fachada que se vê hoje foi feita entre 1882 e 1913. Na praça da Seu, em frente, sobraram trechos da primeira muralha romana de Barcino.
Siga para a Plaça del Rei, onde está o Museu de História de Barcelona, que mostra a cidade desde Barcino. A praça foi reformada para manter a estrutura antiga com elementos góticos no lugar de acréscimos de outros estilos. Depois, atravesse para o Born, de ruas estreitas. O Museu Picasso fecha às segundas e abre de terça a domingo, das 10h às 19h de fim de setembro a março; de abril a setembro o horário vai das 9h às 20h ou 21h, conforme o dia. Se a visita cair no primeiro domingo do mês, a entrada é gratuita com reserva prévia.
Depois do almoço, desça à Rambla até a Boqueria, o Mercat de Sant Josep. O convento carmelita que ocupava o terreno foi queimado numa revolta anticlerical de 1835, e o mercado foi inaugurado em 1840. Hoje tem mais de 300 bancas num espaço de 2.583 m².
Suba depois ao Eixample pelo Passeig de Gràcia. A grade de Cerdà tem quarteirões de cerca de 113 m de lado, com os cantos cortados a 45 graus. O free tour de Gaudí e pela Barcelona modernista, de 150 minutos, passa pela avenida. A Casa Batlló abre das 8h30 às 22h30 todos os dias, e a Pedrera, das 9h às 20h30 até 1º de novembro e das 9h às 18h30 depois dessa data. Entre as duas, escolha a que o fim da tarde favorece. Quem tem tempo para uma só, pode ficar com a Casa Batlló e passar pela fachada da outra. A Pedrera e a Casa Batlló vendem ingresso pelo site, e a compra antecipada evita fila na bilheteria.
Reserve a noite para o Gótico em outro ritmo. O free tour pelos mistérios e lendas do Bairro Gótico leva 120 minutos e sai depois do jantar, quando as ruas esvaziam. Os bares do Born ficam perto e a pé.
Chegue à basílica na primeira faixa do dia. O templo abre às 9h de segunda a sábado, e aos domingos às 10h30. A primeira hora do dia é de silêncio, com áudio só em fones, o que ajuda quem quer olhar com calma. O fechamento muda com a estação: às 18h de novembro a fevereiro, às 19h em março e outubro e às 20h de abril a setembro, salvo aos sábados, quando fecha às 18h nesses meses. Gaudí assumiu a obra em 1883, concluiu a cripta em 1889 e começou os alicerces da fachada da Natividade em 1892. Ele morreu em 10 de junho de 1926 e só viu pronta uma torre, a de São Barnabé.
A fachada da Paixão, de 1954, tem as quatro torres concluídas em 1976, e as naves foram cobertas em 2010. Em 7 de novembro de 2010 o papa Bento XVI consagrou o templo e o fez basílica menor. A fachada da Glória ainda não foi construída.
O Park Güell fica numa encosta do Monte Carmelo, em Gràcia. Foi pensado por Eusebi Güell como condomínio, mas só dois lotes foram vendidos, e o parque abriu ao público em 1926. A praça da Natureza, no centro, tem um banco ondulado de uns 110 m coberto de mosaico de cerâmica quebrada, o trencadís. O ingresso é por faixa de horário e a entrada vale até 30 minutos depois da hora marcada.
Dentro do parque fica a Casa-Museu Gaudí, a casa-modelo feita em 1904 a 1906, onde o arquiteto morou de 1906 a 1925. A Sala Hipóstila, de 1908 a 1909, sustenta a praça superior com 86 colunas estriadas.
Quem prefere ter o parque explicado pode contratar a visita guiada pelo Park Güell, de 150 minutos. Depois, desça a pé por Gràcia. É um bairro de praças pequenas, que foi vila independente até ser absorvido pela cidade e que mantém, em agosto, a Festa Major, com ruas decoradas em concurso. O Park Güell tem 17,18 hectares e uma diferença de altura de cerca de 60 m, então a visita inclui subidas.
Quem tem energia sobe a Montjuïc ao fim da tarde. A montanha tem 177 metros e abriga o MNAC, no Palau Nacional, a Fundació Joan Miró e o Poble Espanyol, feito para a exposição de 1929. Parte da subida se faz de funicular; confira o ponto de partida no site da TMB. O castelo atual é de 1751, e o MNAC ocupa desde 1934 o Palau Nacional, levantado entre 1926 e 1929. O Poble Espanyol tem a entrada marcada pelas Torres de Ávila. Confira a programação da Font Màgica antes de ir, pois os espetáculos de luz não são diários.

Quem preferir o mar fecha o dia na Barceloneta, onde há nove praias em mais de 4,2 km de costa. A excursão a Montserrat com trem cremalheira, de 420 minutos, é uma alternativa ao dia 2 para quem prefere sair da cidade.
Um aviso para os dois dias: a direção da Sagrada Família pode alterar horários por eventos dentro da basílica, então olhe a página oficial na véspera.
Setembro e outubro são os meses mais chuvosos do painel, com 86 e 82 mm. No lugar de Montjuïc e do Park Güell, o dia pode ficar no Museu Picasso, na Boqueria e nas casas do Passeig de Gràcia.
O Eixample é central para quem vai à Sagrada Família de manhã. O Gòtic e o Born ficam no coração histórico. Gràcia é mais residencial e abre caminho ao Park Güell. A Barceloneta serve a quem quer mar.
Dois dias bastam para Barcelona? Bastam para o essencial de Gaudí e o centro antigo. Com menos tempo, veja o roteiro de 1 dia.
Vale combinar Barcelona com outra cidade? Girona e Tarragona ficam a uma excursão de distância, e a Zaragoza são 309 km, pelas contas do painel.
Qual ingresso comprar primeiro? O da Sagrada Família, porque a venda online abre cerca de dois meses antes. Depois, o do Park Güell, que entra por faixa de horário.
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